A VIÚVA DE NAIM
Lucas 7:11,12
“Jesus foi a uma cidade chamada Naim, e com ele iam os
seus discípulos e uma grande multidão. Ao se aproximar da porta da cidade,
estava saindo o enterro do filho único de uma viúva; e uma grande multidão da
cidade estava com ela.”
Em Lucas
7:11-16, temos o relado de duas multidões que se encontram diante do portão da
cidade de Naim. Apesar do lugar e ambiente serem os mesmos, os sentimentos não
poderiam ser mais diferentes e contrastantes. Uma multidão extremamente alegre
e satisfeita, a outra, entristecida e desesperançada. A diferença? A primeira
seguia Jesus, autor e doador da vida, a segunda seguia algo morto, inerte.
Porém, encontros com Jesus tendem a mudar radicalmente desfechos que seriam
trágicos. A primeira atitude de Jesus foi “olhar” para aquela mulher. Ele vê
tudo o que está ao seu redor. Depois, Ele “se compadeceu dela”, isto é, se comoveu
da sua dor. Ele conhece as profundezas do nosso ser. Em seguida, Jesus falou
com ela: “Não chores”. Antes de tratar dos nossos problemas, Jesus quer tratar
conosco: das nossas dores, angústias, aflições, decepções, etc. Jesus
interrompe o cortejo fúnebre e ordena: “Jovem, eu lhe digo, levante-se”. Pleno
poder e autoridade, Ele proferiu uma palavra operadora de milagre que nem a
morte pôde resistir. O milagre da restituição se concretiza, pois Jesus “o
entregou à sua mãe”. Agora as duas multidões se tornam uma só e, tomada de
temor reverente, “louvava a Deus”.

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